quarta-feira, 10 de novembro de 2010

E aí, lobisomem... Vai encarar?


Num dos posts passados falamos sobre a nova classe de vampiros: os Vampiros Emo. Hoje, completando este post, vamos falar sobre outra criatura que aparece meio que de uma forma diferente, se podemos assim dizer. O lobisomem, assim como o vampiro, é uma criatura que tem, por nascência, escassez de amor, é todo peludo, anda ereto, e, até onde eu sei, não anda em bando. Pois bem. Naquela mesma saga que vendeu livros e mais livros para fãs sedentos de emoção que faz chorar, além dos "sugadores de sangue" temos os lobisomens e, assim como os vampiros da estória amam (na verdade só um, pq se tivesse mais de um, este, o mocinho da história, já teria sugado o sangue que o outro sugou para que este outro vampiro não sugasse o sangue do seu amor), os lobisomens também amam. É, minha gente, os lobisomens também amam. Você não sabia? Nem eu! Outro detalhe muito pitoresco com relação aos lobisomens da estória: Eles não têm pelo algum. É, eles são ausentes de pelos. Por que será? Não sei! Só sei que essa onda de criaturas abomináveis que viram emo tá pegando. Daqui a pouco acho que poderemos ver o abominável homem das neves se jogando do himalaia porque não conseguiu conquistar a amada. Pois é...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Post especial


Hoje o escritor tá sem assunto, por isso aí vai uma crônica de um dos meus cronistas preferidos, Luís Fernando Veríssimo:

A Pessoa Errada

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa, que se você for parar pra pensar, é na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho: chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas.Mas nem sempre precisamos das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega seja muito mais verdadeira.A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lagrimas, essa pessoa vai tirar seu sono, mas vai te dar em troca uma inesquecível noite de amor. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar toda a vida esperando você.A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo. O certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo amando, sorrindo, chorando, pensando, agindo, querendo e conseguindo. Só assim, é possível chegar aquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus, deu tudo certo!", quando na verdade, tudo o que Ele quer, é que a gente encontre a pessoa errada, Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.
Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

E aí, Conde Drácula... Segura essa!


O vampiro... Quando lembramos de vampiro, lembramos daqueles seres que viram e desviram morcego a hora que querem, que se vestem de maneira muito garbosa, têm fala bonita e sugam o sangue dos desavisados. Pois bem, hoje vemos uma diferença entre os vampiros. Tais criaturas que, comumente, são seres sem sentimento algum, agora amam. Seres cujo ímpeto de sugar sangue é voraz, agora não sugam sangue da amada, pois não querem matá-las. Os vampiros como Conde Drácula, Blade, e até os do seriado de Buffy devem estar achando graça ou se remoendo em suas cinzas, pois agora não veem mais vampiros, veem seres emo, sim, Vampiros emos, como vemos nos famigerados filmes daquela saga que vendeu milhões de livros. O Vampiro não suga o sangue porque ama a mocinha humana.
É, Conde Drácula, assim como não se faz mais nada como antigamente, tal dito é bem colocado também com relação à raça vampiresca. Não se faz mais vampiros como antigamente.

domingo, 7 de novembro de 2010

O crescimento


Um dia com certeza você parou na porta do seu quarto, pegou a fita métrica e se mediu. Eram 136 centímetros, 1 metro e 36, para ser mais popular. Você tinha 7 anos... Está bem, eram 8. Menino pequeno sempre tem essa de querer ser mais velho, mais alto... Mas enfim, um dia você já fez isso. Agora, com 10 você volta a fazer, e vê que tá maior do que todo o comprimento da fita métrica. "Uaaaau, depois de 3 anos eu cresci vinte centímetros, e ainda faltam, pela conta do povo, 11 anos para eu crescer", ou seja, você já vai fazendo planos: "Acho que vou ser jogador de basquete... não, não, de vôlei, é... de vôlei, mas pensando bem, caras altos jogam basquete... É, vou ficar no basquete..." O engraçado é que você, quando cresce tudo o que tem para crescer, quer voltar ao 1,36 dos 7 anos de idade. Fica murmurando por aí que queria voltar a ser criança, voltar a ser o molequinho que jogava bola com os outros pirralhos no campo de areia. É, você mesmo, no alto dos seus 1,80m querendo voltar ao lugarzinho que nem existe mais (pois a cidade cresce mais rápido até do que você) para poder jogar bola, mas não vê mais a galerinha.
Não podemos rebobinar a fita da vida.

sábado, 6 de novembro de 2010

A crônica da noite


Dizem que ela é preta, azul muito escuro, alguns dizem até que ela é branca. Dizem que ela é uma criança, outros não querem que ela passe, alguns querem que ela chegue. É nela que todo mundo espera alguma coisa num sábado. Silenciosa e estrelada noite, que toca os apaixonados, barulhenta noite dentro de uma casa de espetáculos. Boa noite para quem chega, e boa noite para quem se vai. Noite, propriedade da lua cheia, nova, minguante, crescente. Nuit, night, noite, notte, em qualquer língua é a mesma noite, silenciosa, sincera, misteriosa, fria. Mas aí, quando menos se espera, raiou-se o dia.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

De onde vem o coração?


O coração... órgão vital do corpo humano... Se ele parar, tchau e bênção. Fazendo uma analogia meio grotesca, o coração, sentimentalmente falando, se ele parar, do mesmo jeito que o coração órgão, é fim de papo aos 45 do segundo tempo, sem prorrogação.
Mas deixando essa questão de lado por um momento, me pergunto, de onde veio o coração, celeiro dos sentimentos, se o que sentimos vem de estímulos cerebrais que causam aceleração? Mas a aceleração do que mesmo? Exatamente, do coração. Então, quero te dizer uma coisa. Eu tô vendo seu rosto aqui, que entrou pela minha visão, chegou ao meu cérebro, que liberou os impulsos que chegaram ao meu coração do qual a pulsação acelerou.
Eu queria saber realmente de onde vem o coração, mas sou muito pequeno para desvendar esse mistério, enigma indecifrável.

Ônibus


Ponto de ônibus! O lugar mais incrível, no pior acepção da palavra, ainda que seja muito bonito aos olhos. "Mas por quê?", você me pergunta. Simples. Porque enquanto você não está no ponto de ônibus passa milhões de ônibus, e quando o último sai, é que você chega lá, aí... lá se vão grandes 10, 20, 30, 40 minutos à espera de um autocarro, como dizem os grandes portugueses, que quando chegar no ponto será motivo de brigas entre homens, mulheres, namorados, idosos.
Mas o ônibus tem seu lado bom, porque quando você perde um, por mais que demore, um outro vai chegar e vai te levar para casa. Outra coisa boa do ônibus é... é... bem... eu não sei. Se você souber e quiser me dizer, agradecido!